💻 Vamos ao nosso 87º Encontro Virtual Cinematógrafo e Saladearte, neste sábado, dia 5/6, às 16h, como sempre, via Google Meet. Em pauta, uma cativante obra-prima sobre o sentido da vida!

Participe! Inscreva seu email para receber os links especiais, os acessos às salas virtuais e participar das conversas! OS EMAILS são entregues toda quarta-feira. Abaixo, a Nota dos Curadores.

Nossos encontros virtuais são abertos e gratuitos. Em 2021, eles acontecem sempre aos sábados. Os filmes indicados são assistidos com antecedência e são temas de nossas conversas! Para participar e receber por email os links especiais e as infos de nossos encontros virtuais, cadastre-se! OS EMAILS são entregues toda quarta-feira:

Dúvidas? Entre em CONTATO conosco.


 

📒 NOTA DOS CURADORES


“Viver” (Ikiru), lançado em 1952, aparece logo depois do célebre “Rashomon”, de 1950, filme que ganhou o Oscar de Filme Estrangeiro e consagrou Akira Kurosawa como um nome de reconhecimento mundial. O mestre japonês realizou 30 filmes ao longo de mais de meio século de carreira e, em 1990, foi agraciado com o Oscar pelo conjunto de sua obra.

Em “Viver”, Kanji Watanabe é, há muitos anos, funcionário de uma burocrática repartição pública. Envelhecido e repentinamente doente, a sua relação com a vida passa por uma radical e sutil transformação. A consciência da proximidade da morte acaba por iluminar a vida, afinal, a existência humana, fundamentalmente, se constitui como a busca de uma vida significativa, seja lá o que isso quer dizer.

Kurosawa é conhecido por suas obras-primas atemporais como, além de “Rashomon”, o épico “Os Sete Samurais”, de 1954, e “Ran”, de 1985, filme inspirado na tragédia “Rei Lear”, que retratavam o Japão feudal e levaram o cineasta a ser visto, por alguns críticos, como uma mente ocidentalizada e desviada das questões contemporâneas.

Mas a obra de Kurosawa é vasta, abrange diferentes estilos narrativos e temáticos, e “Viver”, a exemplo de Ozu, narra um drama contemporâneo e cotidiano. Juntos com Watanabe, nós embarcamos, como num sonho, numa viagem poética sobre o sentido da vida, sem prescindir de reflexões políticas sobre nosso tempo e nosso mundo, sem deixar de ser, como as obras-primas, um filme atemporal.

Por Fabricio e Mel, cineastas e curadores do Cinematógrafo.


📌 nossos encontros são abertos e gratuitos.

PARTICIPE!

Assista ao filme até sábado (5/jun) e participe do nosso 87º Encontro Virtual Cinematógrafo e Saladearte. Os curadores Mel e Fabricio vão introduzir a conversa e depois abrir à participação do público. Venha compartilhar suas impressões conosco.

Inscreva seu email para receber os e-mails de nossos encontros, com links e infos. Os e-mails são entregues nas quartas-feiras e os encontros acontecem sempre nas tardes de sábado. A participação é gratuita, aberta a contribuições voluntárias.

ENCONTROS VIRTUAIS

Os Encontros Virtuais Cinematógrafo e Saladearte, em 2021, passam a acontecer nas tardes de sábado, sempre às 16h. Os encontros vêm acontecendo desde o início da quarentena, sempre com um filme diferente sugerido pelos curadores do Cinematógrafo, os cineastas Camele Queiroz e Fabricio Ramos, e que pode ser visto online, em casa, a qualquer hora antes do encontro. As conversas acontecem via Google Meet e são participativas. A ação é gratuita, aberta e não tem fins comerciais.

Acompanhem o Instagram e Facebook do Cinematógrafo para ficar por dentro de nossa programação de Encontros Virtuais, que acontecerão durante todo o período em que as salas de cinema precisarem ficar fechadas por conta do distanciamento social necessário para conter a disseminação do coronavírus.


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