Nesta quarta (22/dez), vamos ao nosso 111º Encontro Virtual Cinematógrafo e Saladearte, o último encontro virtual de 2021. Mas voltaremos em janeiro de 2022. o 111º será às 19h30, via Meet. Participe! Inscreva seu email para receber os links especiais, os acessos às salas virtuais e participar das conversas!

Nossos encontros virtuais são abertos e gratuitos e acontecem nas quartas-feiras, quinzenalmente. Os filmes indicados são assistidos com antecedência e são temas de nossas conversas! Para participar e receber por email os links especiais e as infos de nossos encontros virtuais, cadastre-se! OS EMAILS são entregues no domingo anterior ao encontro.
Dúvidas? Entre em CONTATO conosco.

📒 NOTA DOS CURADORES

pathos e ethos: os ciclos da existência a um só tempo terrena e espiritual. – Pro Mel e Fabricio
 

“Primavera, Verão, Outono, Inverno… e Primavera” – a sugestão de natureza cíclica, que nos é dada já no título, estrutura a narrativa poética do filme, que transcorre como um conto zen budista, cheio de simbolismos e de imagens plásticas de uma natureza que se impõe sobre outra: a natureza humana.
 
Kim Ki-Duk, diretor sul coreano, estudou artes plásticas e é um cineasta idiossincrático, que começou a carreira nos anos 1990, com filmes como “Crocodilo” e “A Ilha”, que lhe deu projeção internacional, consolidando-o como cineasta e roteirista premiado em importantes festivais até a atualidade.
 
Em ““Primavera, Verão, Outono, Inverno… e Primavera”, lançado em 2003, um monge mais velho é o mestre de um menino, em uma casa isolada situada no meio de um lago cercado de montanhas cobertas por uma exuberante floresta. Entre a disciplina e o aprendizado sobre a vida, o páthos da condição humana emerge, através da sexualidade, do desejo, da raiva, paixões que iluminam a relação conflituosa entre páthos e transcedência.
 
As imagens plásticas e a atmosfera de serenidade que permeia as paisagens externas contrastam com as tempestades interiores das personagens, tempestades invisíveis, mas sensíveis e determinantes de destinos que, da perspectiva budista, não se encerram em si mesmos. De Sísifo a Buda, de um jovem em conflito à sabedoria de um monge solitário, nada é estático, tudo se transforma e se movimenta, às vezes pesadamente, noutras de modo leve, segundo os ciclos da existência a um só tempo terrena e espiritual.

Por Mel e Fabricio, cineastas e curadores do Cinematógrafo


📌 nossos encontros virtuais são abertos e gratuitos.

Participe do nosso 111º Encontro Virtual Cinematógrafo e Saladearte, que viemos realizando desde o início da pandemia, mas que ganharam dinâmica própria e continuam, mesmo com a retomada das sessões presenciais. Os curadores Mel e Fabricio vão introduzir a conversa e depois abrir à participação do público. Venha compartilhar suas impressões conosco.

Inscreva seu email para receber os e-mails de nossos encontros, com links e infos. Os e-mails são entregues nos domingos e os encontros acontecem nas noites de quarta-feira, quinzenalmente. A participação é gratuita, aberta a contribuições voluntárias.

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