Nesta quarta, dia 13/jul, vamos ao nosso 124° Encontro Virtual Cinematógrafo e Saladearte! Os encontros virtuais se mantém, quinzenalmente, nas noites de quarta, sempre abertos e gratuitos. A dinâmica é participativa, com condução dos curadores, os cineastas Mel e Fabricio. O assunto, desta vez, é “A Separação” (2011), de Asghar Farhadi. Inscreva seu email para receber os links especiais, os acessos às salas virtuais e participar das conversas!

Nossos encontros virtuais são abertos e gratuitos e acontecem nas quartas-feiras, quinzenalmente. Os filmes indicados são assistidos com antecedência e são temas de nossas conversas! Para participar e receber por email os links especiais e as infos de nossos encontros virtuais, cadastre-se! OS EMAILS são entregues no domingo anterior ao encontro.
Dúvidas? Entre em CONTATO conosco.

📒 NOTA DOS CURADORES


Em seus filmes, Asghar Farhadi tem o êxito de imprimir, nessas temáticas complexas, um tom equilibrado de melodrama e suspense, tornando seus filmes envolventes e eficazes num dos aspectos importantes do cinema: a identificação.

A premissa narrativa de “A Separação” (2011), Vencedor do Oscar de Melhor Filme Internacional em 2012, é simples: um casal iraniano de classe média está se separando, enfrentando conflitos na relação e a decepção de sua filha. Outros conflitos emergem quando o marido contrata uma babá de classe baixa para cuidar de seu pai, que sofre de Alzheimer.

O drama de intensidade crescente mobiliza, no espectador, dilemas éticos, tensões psicológicas e imaginação moral, sem prescindir da tensão emocional, que gera o fator de identificação: aquela família iraniana enfrenta contextos próprios culturais, mas no nível existencial, seu drama ganha contornos universais e seus problemas são os nossos.

Asghar Farhadi, em seus filmes (pensemos na singela obra-prima “Procurando Eli”) não procura propor soluções. Em “A Separação”, o diretor levanta questões de classe e gênero, mas também de responsabilidade ética. As personagens revelam conflitos de subjetividades, seja em relação com as pressões culturais contingentes (o cenário sociopolítico do Irã contemporâneo), seja de caráter íntimo e universal: o problema de dizer a verdade, as consequências da inflexibilidade e orgulho, as tensões entre o masculino e o feminino numa sociedade hierárquica que engendra tirania e egoísmo.

POR mel e fabricio, cineastas e curadores do Cinematógrafo.
 


📌 nossos encontros virtuais são abertos e gratuitos.

Participe do nosso 124º Encontro Virtual Cinematógrafo e Saladearte! Os encontros virtuais são uma ação que viemos realizando desde o início da pandemia, mas que ganharam dinâmica própria e continuam, mesmo com a retomada das sessões presenciais. Os curadores Mel e Fabricio vão introduzir a conversa e depois abrir à participação do público. Venha compartilhar suas impressões conosco.

Inscreva seu email para receber os e-mails de nossos encontros, com links e infos. Os e-mails são entregues nos domingos e os encontros acontecem nas noites de quarta-feira, quinzenalmente. A participação é gratuita, aberta a contribuições voluntárias.

Dúvidas? Entre em CONTATO conosco.

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