Nesta quarta, dia 21/maio, vamos ao nosso 167° Encontro Virtual Cinematógrafo! O assunto, desta vez, é o filme “A ” Música e o Silêncio” (1996), da diretora alemã Caroline Link.
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NOTA DOS CURADORES
(…) sobre amadurecimento, família e seus conflitos, e o amor pela música, assenta sua força emocional nas diferenças de percepção sobre o mundo, em circunstâncias muito especiais.

“A Música e o Silêncio”, um filme, essencialmente, sobre amadurecimento, família e seus conflitos, e o amor pela música, assenta sua força emocional nas diferenças de percepção sobre o mundo, em circunstâncias muito especiais.
Estamos na Alemanha reunificada da década de 1990. Lara é uma menininha que é filha única de pai e mãe surdos. Ela tem a audição perfeita e se comunica com os pais, com total desenvoltura, através da linguagem dos sinais. Criada num ambiente amoroso, ela atua como mediadora entre seus pais que não ouvem e o mundo e seus sons. Mas Lara, como toda criança, precisa crescer e buscar seus próprios caminhos.
Tudo muda quando a tia Clarisse, irmã do pai de Lara, presenteia a sobrinha com um clarinete, um instrumento carregado de significado na história dos dois irmãos adultos e que desperta em Lara um vivo interesse pela música. Lara demonstra talento e é incentivada a deixar a casa dos pais e se mudar para a capital distante, para estudar num conservatório. Seu pai teme perder a atenção e a companhia da filha. Sua tia projeta na sobrinha seus próprios sonhos. Lara, por sua vez, se vê instada a conciliar seus próprios desejos com o amor que sente por sua família, o que não parece fácil.
Os conflitos acontecem, tragédias e dramas eclodem. A diretora Caroline Link, entretanto, escolhe narrar tudo com singeleza, sem apelos sentimentais, com cuidados especiais sobre a questão da surdez e, sobretudo, com delicada fluidez. Sonhos e frustrações, medos e desafios, incompreensão e aceitação, mágoas antigas e novas, revelam os desafios das relações humanas no seio de uma família, inspirando, em nós, um esforço solidário de deslocamento de perspectivas e de reconhecimento das diferenças radicais de percepção do mundo.
O filme foi indicado ao Oscar de Melhor filme estrangeiro em 1998.
POR Mel e Fabricio, curadores do Cinematógrafo.



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