Em novembro, o CinematograFinho propõe uma experiência diferente: quatro curtas belos, poéticos e instigantes que prescindem de legendas: dois deles são produções brasileiras e os outros dois são sensoriais, sem diálogos. Sessão dia 17/11 (sáb), às 15h, na Saladearte – Cinema do Museu (Corredor da Vitória). Ingressos à venda no local.

A sessão de novembro (17/11) do CinematograFinho oferece um programa diferenciado: em vez de um único filme, serão exibidos quatro curtas metragens que, juntos, compõem uma sessão de 45 minutos.

A sessão especialíssima reúne filmes consagrados pela crítica, que sensibilizaram públicos do Brasil e de diferentes países do mundo. As temáticas envolvem poesia, cultura, identidade e família, tornando o programa interessante para todas as idades, tal como propõe o CinematograFinho: uma experiência cinematográfica, cultural e artística para crianças e adultos juntos!

 

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Os filmes:

A Vaca” (10min) é uma belíssima animação russa que narra as memórias de uma criança sobre seu relacionamento com uma vaca que integrava o cotidiano de uma família rural. Dirigido por Aleksandr Petrov, o filme tem pouquíssimos diálogos que aparecem legendados (legendas especiais, com maior duração na tela para facilitar a leitura por parte das crianças, elaboradas especialmente para o CinematograFinho).  (Rússia, animação, 1992).

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A vaca

Tratado de Liligrafia” (14min) é um filme brasileiro dirigido por Frederico Pinto (RS). A história é sobre uma menina que se depara com o mundo da poesia, apresentado a ela por seu avô. Uma obra inspiradora sobre a riqueza da imaginação, a descoberta da poesia e a importância das relações familiares. (Brasil, ficção, 2007).

Pajerama”  (9min) Um menino índio é pego numa torrente de experiências estranhas, revelando mistérios de tempo e espaço que se revelam à sua frente. O filme, dirigido por Leonardo Cadaval, propõe uma reflexão sobre o encontro da realidade indígena com nossa sociedade. Leva-nos a refletir sobre a expansão do espaço urbano e o modo como o crescimento da cidade se impõe à memória, história e território. (Brasil, animação, 2008).

Âme Noire – Black Soul” (10min), retrata a história dos afro-americanos, do tráfico de escravos e da chegada dos africanos na América do século XVII aos dias de hoje, contada por uma avó ao neto através do livro de história da família. O filme, da diretora hatiana canadense Martine Chartrand, é uma animação produzida com pintura sobre vidro que, unindo imagem e música, oferece uma bela, sensível e instrutiva experiência sensorial. (França/Canadá/Haiti, animação, 2002).

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Âme Noire

A sessão é no dia 17 de novembro (sábado), às 15h. Os ingressos são vendidos na Saladearte – Cinema do Museu e custam o valor normal da sala aos sábados (R$ 12,50 a meia entrada e R$ 25,00 a inteira).

Com curadoria dos cineastas e pesquisadores Camele Queiroz e Fabricio Ramos, o CinematograFinho é mensal e realiza sessões abertas ao público e seguidas de conversa, em parceria com o Circuito Saladearte e com a Escola Via Magia. Nos dias das sessões, o ambiente do cinema é especialmente preparado para receber as crianças, com mesas para desenhar e espaço para bate-papo sobre os filmes.

Localização:

 

 

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