Nesta quarta, dia 9, vamos ao nosso 116° Encontro Virtual Cinematógrafo e Saladearte! Os encontros virtuais se mantém, quinzenalmente, nas noites de quarta, sempre abertos e gratuitos. A dinâmica é participativa, com condução dos curadores, os cineastas Mel e Fabricio.

O assunto, desta vez, é “Irina Palm” (2007), do diretor belga Sam Garbarski e com Marianne Faithfull como protagonista.

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Nossos encontros virtuais são abertos e gratuitos e acontecem nas quartas-feiras, quinzenalmente. Os filmes indicados são assistidos com antecedência e são temas de nossas conversas! Para participar e receber por email os links especiais e as infos de nossos encontros virtuais, cadastre-se! OS EMAILS são entregues no domingo anterior ao encontro.
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📒 NOTA DOS CURADORES

  A afetividade é uma força ativa que potencialmente transforma até mesmo nosso sentimento mais enraizado de moral ... – Por Mel e Fabricio

Mesmo, ou sobretudo, nos momentos mais conturbados, a arte – e aqui falamos do cinema – assume importância fundamental para pensarmos as questões mais prementes da vida social, política e, também, existencial e ética. “Irina Palm”, do diretor belga Sam Garbarski, é sobre o sacrifício de uma avó para salvar o seu neto. Mas o drama da avó implica questões morais e o falso moralismo, relações familiares, escolhas éticas e existenciais e suxualidade no mundo contemporâneo.

A viúva de 60 anos Maggie (Marianne Faithfull) precisa desesperadamente levantar dinheiro para custear o tratamento de seu amado neto doente, o pequeno Olly. Depois de várias tentativas frustradas de conseguir um emprego, ela, enfim, encontra um meio um tanto inusitado de ganhar dinheiro, nas ruas do Soho, bairro de vida noturna de Londres.

A decisão de Maggie reflete as intensas possibilidades da vida diante dos desafios impostos para ajudar aqueles a quem amamos. Há situações cujas exigências solicitam um deslocamento diante dos nossos hábitos e valores, um movimento que nos põe em choque, numa travessia cheia de descobertas, com a sociedade e com a nossa própria subjetividade.

Em suma, em “Irina Palm”, o drama tão sensível expõe também a sua graça: a vida, eventualmente, nos insta a perceber que nada em nós está plenamente fixado, determinado e acomodado. A afetividade é uma força ativa que potencialmente transforma até mesmo nosso sentimento mais enraizado de moral, esse conjunto de tensões ao qual chamamos vida. Disso, Maggie nos diz algo!

Por Mel e Fabricio, cineastas e curadores do Cinematógrafo


📌 nossos encontros virtuais são abertos e gratuitos.

Participe do nosso 116º Encontro Virtual Cinematógrafo e Saladearte, ação que viemos realizando desde o início da pandemia, mas que ganharam dinâmica própria e continuam, mesmo com a retomada das sessões presenciais. Os curadores Mel e Fabricio vão introduzir a conversa e depois abrir à participação do público. Venha compartilhar suas impressões conosco.

Inscreva seu email para receber os e-mails de nossos encontros, com links e infos. Os e-mails são entregues nos domingos e os encontros acontecem nas noites de quarta-feira, quinzenalmente. A participação é gratuita, aberta a contribuições voluntárias.

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