Ao longo do mês, veremos também filmes exemplares da vanguarda francesa, do expressionismo alemão e da vanguarda russo-soviética.
Novembro e dezembro no Cinematógrafo: viagem às Origens do Cinema
Nos meses de novembro e dezembro de 2025, o Cinematógrafo, com o apoio e parceria de sempre do Circuito Saladearte, realiza o ciclo "Origens do Cinema", uma viagem pelo primeiro momento de afirmação do cinema enquanto expressividade artística, que abrange o ciclo do Cine Cineasta e as sessões CULT, Clube da Comédia e Cinematógrafo! Confira a programação de novembro:
Ciclo Jonh Ford do Cine Cienasta: entre 13 e 21 de janeiro, na Saladearte Cine Daten (Paseo)
Em mais de 50 anos de carreira, Ford realizou mais de 130 filmes (embora a maioria de seus filmes mudos esteja perdida). Admirado declaradamente por muitos cineastas, inspirou e influenciou Glauber Rocha, fã de faroeste ao ponto de reivindicar a relevância cultural do gênero e a importância de Ford para o cinema. Outros cineastas como Kurosawa, Bergman, Scorsese e, entre tantos outros, Orson Welles (este, perguntado sobre quem seriam os três maiores diretores da história, teria dito: “John Ford. John Ford. John Ford”), se declararam grandes admiradores do cinema de John Ford.
Ciclo Akira Kurosawa do Cine Cienasta: entre 11 e 19 de novembro, na Saladearte
Neste mês de novembro, vamos ver cinco filmes do mestre japonês. Além de “Rashomon”, amplamente considerado um dos maiores filmes da história do cinema, veremos “Ran” (1985), parcialmente inspirado na obra de Shakespeare, “Rei Lear”; “Os Sete Samurais” (1953), épico visto como umas das maiores obras da história do cinema; “Viver” (1952), filme de tom brechtiano, livremente inspirado em “A Morte de Ivan Ilicht”, um tocante drama sobre a finitude iminente da vida; e “Dersu Uzala” (1975), seu filme produzido pela Mosfilm.
Cine Cineasta homenageia Ingmar Bergman no mês de aniversário do mestre sueco.
Neste mês de julho, Ingmar Bergman (14/7 de 1918 – 30/7 de 2007) completaria 105 anos. Um dos nomes mais importantes da arte cinematográfica, Bergman realizou mais de 50 filmes em 60 anos de carreira. Entre julho e agosto, vamos ver, no ciclo Bergman do Cine Cineasta (que começa sábado, dia 15), dez filmes do mestre sueco: cinco em julho e outros cinco em agosto, nas salas do Circuito Saladearte!
Ciclo Wim Wenders no Cine Cineasta. Confira a programação de março, que começa sáb, 11
Vamos começar com o seu filme mais conhecido, vencedor da Palma de Ouro, o clássico "Paris,Texas" (1984), seguido de "Alice nas Cidades" (1974), que, em aspectos essenciais, o prenuncia. São dois filmes em que imaginário e imagens, com seus jogos especulares e a errância marcada pela visualidade, substanciam e exprimem, de modo emblemático, a Poética de Wenders.
Mostra Hayao Myizaki do Cine Cineasta começa em 14 de janeiro. Confira a programação completa deste mês
Nascido em 5 de janeiro de 1941, Miyazaki é um animador, diretor, produtor, roteirista, autor japonês. Co-fundador do Studio Ghibli, um dos mais célebres do mundo, ele obteve aclamação internacional como um narrador magistral e é amplamente considerado um dos cineastas mais talentosos da história.
Hitchcock no cinema: o mestre do suspense é o nome do Cine Cineasta de setembro. Confira a programação:
No nosso ciclo Hitchcock, que começa no dia 10, vamos ver seis obras do mestre do suspense, começando com duas de suas brilhantes obras-primas! A Programação:
[Atualizado] Ciclo de junho do Cine Cineasta foi suspenso. O ciclo Alain Resnais, antes anunciado, fica para momento posterior.
Alain Resnais completaria cem anos hoje, 3 de junho! Em homenagem ao centenário do autor, o Cinematógrafo – Cine Cineasta de junho apresenta nove obras de Resnais, entre curtas e longas, com sessões duplas (um curta precedendo o longa). O ciclo começa no dia 11 (sáb) e se encerra no dia 22 (quarta), com sessões no CineMAM e no Cine Daten Paseo.
Yasujiro Ozu é o nome do Cine Cineasta de maio! Quatro obras do mestre japonês entre os dias 14 e 22
O Ciclo Ozu do Cine Cineasta começa, no primeiro fim de semana, com “Pai e Filha” (1949) e “Era Uma Vez em Tóquio” (1953), considerada sua obra-prima. No seguinte, vamos ver “Bom Dia” (1959) e “A Rotina Tem Seu Encanto” (1962), o último filme de Ozu.
